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Processos

Valadão pede pagamento aos servidores da greve e dos extintos Caco e AIJ

Publicado: Segunda, 06 de Março de 2017, 14h30 | Última atualização em Segunda, 06 de Março de 2017, 14h31 | Acessos: 431

10386354 730322513702058 6393069818657329569 n 20140822 2028153437O vereador Fábio Valadão (PRTB) apresentou cinco Proposituras na Segunda Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Paulínia de 2017, realizada nesta terça-feira, dia 14. Foram voltadas aos servidores, Saúde e defesa da mulher. Confira.

Foram cinco Indicações ao Executivo:

Nº 87/17 – sugere ao Executivo a possibilidade de convênios com farmácias para a disponibilização de ansiolíticos, insulina e hipoglicemiantes, em caso de falta desses remédios na Rede Pública;

Nº 88/17 – propõe ao prefeito a necessidade de implantação de uma Delegacia de Defesa da Mulher em Paulínia, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo;

Nº 89/17 – pede ao prefeito a realização de um estudo para que sejam realizados os pagamentos dos funcionários da greve e aos servidores do Caco e AIJ;

Nº 90/17 – solicita ao Executivo a viabilidade de concessão de adicional de periculosidade/insalubridade aos profissionais da Assistência Social, especialmente os que trabalham no CREAS E NO CRAS.

Já o Requerimento N° 19/17 pede ao Município a parceria com clínicas especializadas em tratamento de dependentes químicos.

Várias das Proposituras foram apresentadas no mandato anterior, mas que não foram validadas efetivamente pelo Executivo. “Estou retomando várias Indicações e Requerimentos importantes que não saíram do papel. A luta por uma Paulínia melhor continua. Podem contar comigo sempre, vou continuar fiscalizando e propondo o que considero importante para a população”, defendeu Valadão.

Valadão Ainda tratou de um assunto polêmico há muito tempo em Paulínia – o mau cheiro que exala das bocas de lobo no Monte Alegre I, de responsabilidade da Sabesp, que nada faz mediante inúmeros pedidos por muitos anos. “Estamos nessa há muito tempo, já tivemos inúmeros debates e faço coro com os demais colegas de acionarmos a concessionária para que ela nos dê explicações reais e informações concretas sobre o que será feito para acabar com esse problema horrível, principalmente para quem mora ou trabalha no local.”  

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